Pular para o conteúdo
Cobertura em tempo real sábado, 15 de agosto
AGORA Jhon Arias enfrenta ex‑clube no Maracanã pela 23ª rodada CBV adota teste SRY da política do COI Flamengo reduz barulho no mercado e aposta no elenco Nicolás Acevedo, do Bahia, lidera passes no Brasileirão 2024 João Fonseca enfrenta Botic van de Zandschulp na segunda rodada em Cincinnati
Explore Próximos jogos Futebol Tênis Outros esportes Surfe Fórmula 1 NBA Vôlei
Vôlei

CBV adota teste SRY da política do COI

A Confederação Brasileira de Voleibol passou a exigir teste genético negativo para o gene SRY, alinhando‑se à nova política do COI que restringe a categoria...

Por 3 min de leitura
CBV adota teste SRY da política do COI

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta‑feira (14) que adotará a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre elegibilidade feminina, exigindo teste genético negativo para o gene SRY em todas as competições nacionais de quadra e praia.

A nova diretriz segue a política de proteção da categoria feminina do COI, publicada em março de 2026, e a obrigatoriedade de triagem SRY aprovada pela FIVB em setembro de 2025.

A medida determina quem pode disputar a categoria feminina no voleibol brasileiro, colocando em dúvida a permanência da única atleta transgênero da elite, Tifanny Abreu, e exigindo apoio médico e psicológico das federações.

Teste SRY passa a ser requisito para jogadoras

A CBV adotará, a partir de hoje, os critérios da Política de Proteção da Categoria Feminina do COI, que limita a elegibilidade àquelas que apresentarem resultado negativo no gene SRY, responsável pelo desenvolvimento masculino. A coleta será pouco invasiva e de alta precisão, segundo o presidente do Conselho de Saúde do Voleibol, João Olyntho.

Como a política será aplicada nas competições

Os critérios entram em vigor nas competições da Superliga A e B (temporada 26/27), na Supercopa de 2026, na Copa Brasil de 2027, no Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia adulto de 2027 e no CBVP Challenger de 2027. A recusa em fazer o teste não será considerada falta disciplinar, mas a atleta não poderá participar sem comprovar elegibilidade.

Impacto direto sobre Tifanny Abreu

A oposta trans do Osasco, Tifanny Abreu, treina para estrear no Campeonato Paulista contra o Pinheiros no sábado (15). Embora o torneio estadual ainda não esteja incluído na nova regra, sua participação na próxima Superliga dependerá do teste SRY. O clube divulgou surpresa pela decisão da CBV e informou que o departamento jurídico está avaliando a normativa para definir os próximos passos, reforçando apoio integral à atleta.

Histórico de regulamentação trans no voleibol brasileiro

Em 2017, a CBV já havia criado critérios específicos para atletas transgêneros. O cenário mudou em 2025, quando a FIVB tornou obrigatória a triagem do gene SRY, e, em 2026, o COI lançou a política que está sendo adotada agora pela CBV.

Próximos passos

O Osasco avali a normativa para definir os próximos passos antes da Superliga 2026/27.


Fonte consultada: ge.globo.com. Consulta em 15/08/2026 às 07h27. Síntese produzida e revisada em duas etapas automatizadas, com base nas evidências citadas.

Leia também