Pular para o conteúdo
Cobertura em tempo real quinta-feira, 13 de agosto
AGORA Italo Ferreira é o único brasileiro no Final Day de Teahupoo 2026 Lucas Paquetá empata Flamengo na Libertadores com primeiro toque Boni celebra 50 anos de carreira e títulos com a seleção feminina CEO da Cadillac desmente rumor de contratação de Rafael Câmara para 2027 Hugo Calderano avança no Smash da Europa
Explore Próximos jogos Futebol Surfe Fórmula 1 Tênis NBA Vôlei Esportes
Vôlei

Boni celebra 50 anos de carreira e títulos com a seleção feminina

Marco Antonio Di Bonifácio, conhecido como Boni, comemora meio século no voleibol, destacando sua trajetória de jogador a estatístico e assistente técnico...

Por 3 min de leitura
Boni celebra 50 anos de carreira e títulos com a seleção feminina

Marco Antonio Di Bonifácio, o Boni, completa 50 anos de envolvimento com o voleibol em 2026 e relembra sua passagem de ex‑oposto a estatístico da seleção feminina, responsável por duas medalhas de ouro olímpicas, cinco Grand Prix e a recente conquista da Copa Sul‑Americana pela seleção B.

Contexto

Boni iniciou a carreira nas quadras de Ribeirão Preto em 1976, jogou em clubes como Pirelli, Banespa e Lazio, e, após ser cortado antes das Olimpíadas de Seul 1988, passou a integrar a comissão técnica da seleção feminina em 2008.

Por que isso importa

A história demonstra como a reinvenção profissional de um ex‑atleta pode gerar títulos históricos para a seleção e inspirar projetos de base que fortalecem o voleibol brasileiro nas próximas gerações.

Do oposto ao estatístico: o desafio de 2008

Em 2008, Zé Roberto Guimarães convidou Boni para ser estatístico da seleção feminina, função que ele desconhecia e que exigiu 45 dias de treinamento intensivo em casa, digitando cada ação de partida para transformar dados em análises táticas.

Apesar da curva de aprendizado, Boni conseguiu adaptar-se rapidamente, participou do Grand Prix e da Olimpíada de Pequim, contribuindo para a primeira medalha de ouro olímpica da equipe.

Conquistas internacionais como apoio técnico

Como estatístico, Boni esteve presente nas vitórias olímpicas de Pequim 2008 e Londres 2012, além de cinco títulos do Grand Prix, consolidando a era dourada da seleção feminina.

Retornado ao ciclo de Paris 2024, atuou como assistente técnico da seleção B, que venceu a Copa Sul‑Americana em Lima, reforçando sua importância nos bastidores da equipe.

Projeto Novo Vôlei Ribeirão: formando a próxima geração

Desde 2022, Boni lidera o Novo Vôlei Ribeirão, que atende cerca de 400 crianças e adolescentes a partir de oito anos, oferecendo bolsas a atletas de baixa renda e desenvolvendo categorias de base até o sub‑16.

O objetivo, segundo o treinador, é criar cidadãos dentro do esporte e, em três a quatro anos, montar uma equipe adulta capaz de disputar a Superliga.

Momentos pessoais marcantes: bênção papal e amizade com Zé Roberto

Durante a passagem pela Itália, Boni recebeu uma audiência privada com o Papa João Paulo II, que abençoou sua família, um episódio que ele descreve como inesquecível.

A amizade com Zé Roberto, iniciada como companheiros de clube na década de 1980, permanece forte; embora Zé Roberto tenha assumido o comando da franquia de Los Angeles na League One Volleyball, Boni continua na comissão da seleção feminina.


Fonte consultada: ge.globo.com. Consulta em 13/08/2026 às 11h16. Conteúdo redigido de forma original e submetido à validação editorial.