A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) determinou que o São Paulo ficará impedido de registrar novos jogadores caso não quite a dívida de aproximadamente R$ 1 milhão com o Novorizontino, referente à contratação do volante Djhordney, e tem 45 dias para regularizar a situação.
ANRESF impõe risco de transfer ban
A decisão, publicada no site da ANRESF nesta quarta-feira, estabelece que o Tricolor paulista será vetado de registrar atletas enquanto não quite o débito de cerca de R$ 1 milhão, originado pela compra dos direitos econômicos de Djhordney, cujo pagamento foi pactuado em cinco parcelas.
O clube reconheceu a dívida, mas as justificativas apresentadas para o não pagamento não foram aceitas pela agência, que concedeu um prazo de 45 dias, com juros, correção monetária e penalidade contratual, para a quitação integral ou para a formalização de um novo acordo.
Clube e adversário divergem sobre acordo
Em nota oficial, o São Paulo informou que o presidente Harry Massis já entrou em contato com o presidente do Novorizontino, Genilson Rocha, e que as partes aguardam o alinhamento dos departamentos jurídicos para concluir um acordo de pagamento.
O Novorizontino, por sua vez, declarou que nenhuma das cinco parcelas previstas foi paga, que não há negociação em curso para um novo acordo e que aguarda o cumprimento integral da obrigação por parte do São Paulo.
Consequências e precedentes
Esta é a primeira punição de um clube da Série A desde a criação da Agência de Fair Play Financeiro da CBF, sinalizando maior rigor na aplicação das normas de sustentabilidade financeira.
A última sanção de destaque foi contra a Ponte Preta, da Série B, que recebeu penalidade por atrasos salariais; caso o São Paulo não regularize a situação, o banimento poderá comprometer futuras contratações e reforços do elenco.
Fonte consultada: www.gazetaesportiva.com. Conteúdo redigido de forma original a partir das informações disponíveis.
