Pular para o conteúdo
Cobertura em tempo real terça-feira, 18 de agosto
AGORA Torcidas organizadas convocam protestos e pedem intervenção no Corinthians Iga Swiatek elogia pausa de seis meses de Bia Haddad e destaca felicidade Rodri chega a Barcelona e vai assinar contrato de quatro anos Joe Hart, Chris Sutton e Adam Crafton analisam início da Premier League Zico recebe placa e camisa da Seleção em visita à CBF no Rio
Explore Brasileirão Onde assistir Futebol Tênis Fórmula 1 Outros esportes Surfe NBA Vôlei
Fórmula 1

Campeão da Fórmula E, Lucas di Grassi encerra 30 anos no automobilismo

O ex‑piloto de Fórmula 1 e campeão da Fórmula E 2016‑17 anunciou sua aposentadoria ao disputar a última rodada dupla do ePrix de Londres, encerrando três décadas nas pistas.

Por 2 min de leitura
Campeão da Fórmula E, Lucas di Grassi encerra 30 anos no automobilismo

Lucas di Grassi, 42, confirmou que pendura o capacete após 30 anos de carreira ao disputar a rodada dupla do ePrix de Londres no domingo (17) e publicar uma carta aberta refletindo sobre sua trajetória e os próximos passos.

Di Grassi começou no kart, estreou profissionalmente em 2002 na Fórmula Renault 2.0 Brasil, passou pela GP2, correu na Fórmula 1 em 2010 pela Virgin Racing e foi pioneiro na Fórmula E desde 2014, conquistando o título 2016‑17.

A aposentadoria de um dos primeiros e mais bem‑sucedidos pilotos da Fórmula E marca o fim de uma era e abre espaço para novas lideranças na categoria.

Despedida nas pistas: última corrida em Londres

No domingo, 17, Lucas di Grassi tirou o capacete pela última vez ao representar a Lola‑Yamaha Team na rodada dupla do ePrix de Londres, no Reino Unido, e não completou nenhuma das duas provas.

A participação encerrou sua temporada na 17ª posição, somando 32 pontos, e foi acompanhada por uma foto com o filho que ilustrou a carta aberta anunciando a aposentadoria.

Trajetória e conquistas: de kart ao título da Fórmula E

Di Grassi iniciou no kart ainda criança, fez sua estreia profissional em 2002 com segundo lugar na Fórmula Renault 2.0 Brasil e, em 2006, ingressou na GP2 Series, conquistando vice‑campeonato em 2007 e dois terceiros lugares em 2008 e 2009.

Em 2010 chegou à Fórmula 1 pela Virgin Racing, sem pontuar, e em 2014 entrou na primeira temporada da Fórmula E, ajudando a desenvolver o GEN1. Ao longo de 12 anos na categoria, acumulou 13 vitórias, 41 pódios, quatro pole positions e o título 2016‑17, além de dois vice‑campeonatos (2015‑16 e 2017‑18) e dois terceiros lugares (2014‑15 e 2018‑19).

Planos para o futuro

Em entrevista exclusiva ao ge.globo no final de abril, Di Grassi já havia sinalizado a decisão de se aposentar e indicou a possibilidade de assumir um cargo de chefe de equipe, aproveitando sua experiência para orientar novos talentos.

Ele também ressaltou que pretende dedicar mais tempo ao filho, que está iniciando sua própria jornada, seja dentro ou fora do automobilismo.

Próximos passos

Di Grassi cogita assumir um cargo de chefe de equipe e dedicará mais tempo ao filho.


Fontes consultadas: ge.globo.com; Terra. Consulta em 17/08/2026 às 23h04. Síntese produzida e revisada em duas etapas automatizadas, com base nas evidências citadas.

Leia também