Em entrevista, Gabriel Bortoleto destacou que a areia espalhada na pista e o vento intenso em Zandvoort aumentam a instabilidade dos carros, prejudicando todas as equipes, e ainda comentou os melhores resultados da Audi até o momento da temporada.
O GP da Holanda abre a fase final da temporada de 2026 e será a última edição no circuito, que deixará o calendário a partir do próximo ano.
Entender como areia e vento afetam a aderência e a aerodinâmica ajuda a avaliar o nível de dificuldade que os pilotos enfrentam e a importância das atualizações que a Audi pretende trazer para Zandvoort.
Areia e vento aumentam a instabilidade dos carros
Bortoleto afirmou que a presença de areia na pista deixa o asfalto sujo, gerando instabilidade nos carros, e que o vento forte da região também contribui para esse efeito, impactando todas as equipes, não apenas a Audi.
Ele ressaltou que Zandvoort tem menos retas e mais curvas, característica que teoricamente favorece a equipe, mas a combinação de sujeira e vento acrescenta um nível extra de dificuldade para todos os pilotos.
Desempenho recente de Bortoleto e evolução da Audi
A expectativa de um bom resultado em Budapeste não se concretizou, e Bortoleto terminou em 11.º lugar, enquanto nas pistas com trechos mais longos de reta, como Silverstone e Spa‑Francorchamps, alcançou o 8.º lugar, os melhores da temporada para a Audi.
Com 10 pontos somados em três corridas, a equipe destaca a melhora da confiabilidade e a presença constante na zona de pontuação, disputando com Racing Bulls e Alpine pelo posto de quinta força da categoria, atrás das quatro grandes.
Fonte consultada: ge.globo.com. Consulta em 17/08/2026 às 23h33. Síntese produzida e revisada em duas etapas automatizadas, com base nas evidências citadas.

