O colunista Rodrigo Mattos analisou a renovação de Memphis Depay no Corinthians e concluiu que, além da diretoria liderada por Osmar Stabile, a Gaviões da Fiel e a comunidade corintiana também carregam parte da responsabilidade, celebrando o acordo como um “Carnaval” mesmo com custo elevado.
O Corinthians renovou o contrato de Memphis Depay, atacante que conquistou a Copa do Brasil e o Campeonato Paulista pelo clube.
A participação ativa da torcida na renovação evidencia pressão interna incomum e levanta dúvidas sobre a sustentabilidade financeira do clube ao assumir salários elevados para um jogador considerado menos icônico que ídolos históricos.
Torcida organizada apoia a renovação
Mattos destacou que a Gaviões da Fiel e a chamada “comunidade corintiana” manifestaram apoio ao novo acordo, descrevendo a reação como um Carnaval que busca suprir a carência de ídolos no clube.
Ele apontou que, embora a torcida se apresente como defensora dos interesses do Corinthians, neste caso ela parece agir em benefício próprio, alinhando influenciadores e membros da comunidade ao projeto de permanência de Memphis.
Questionamentos sobre custo e viabilidade
O colunista ressaltou que o clube não dispõe de condições para arcar com um salário que gira em torno de dois a dois milhões e meio de reais mensais, sugerindo que a decisão deveria ter sido mais “fria”.
Mattos lembrou atrasos anteriores, como os de Matias Rojas e Augusto Mello, que elevaram a dívida do clube a 40 milhões, enfatizando que descontos nos juros só serão efetivos se o pagamento for pontual.
Comparação com ídolos históricos
Ao comparar Memphis com ídolos como Sócrates, Marcelinho e Rincón, Mattos questionou se os títulos da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista justificam o entusiasmo da torcida, sugerindo que o Carnaval pode refletir mais a necessidade de um novo símbolo do que o mérito esportivo.
Fonte consultada: rss.uol.com.br. Consulta em 18/08/2026 às 10h10. Síntese produzida e revisada em duas etapas automatizadas, com base nas evidências citadas.

