O Botafogo foi derrotado por 6 a 1 pelo Cienciano, do Peru, na partida de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana, e o técnico Franclim Carvalho admitiu que foi um dia difícil para o clube.
A derrota ocorreu na primeira partida da série de ida, disputada em Cusco, e coloca o Botafogo em situação desfavorável para a partida de volta no Rio de Janeiro.
Com um déficit de cinco gols, o Glorioso precisará vencer por seis gols para avançar diretamente ou por cinco para levar a decisão aos pênaltis, tornando a volta decisiva para a continuidade na competição.
Derrota em Cusco e avaliação do técnico
Franclim Carvalho reconheceu a superioridade do Cienciano e descreveu o resultado como um dia difícil que envergonha os torcedores, sem direcionar críticas a ninguém.
O treinador português já conhecia as características do rival – forte nas bolas aéreas e cruzamentos – e admitiu que, apesar dos treinamentos específicos, a equipe não conseguiu neutralizar o estilo de jogo do adversário.
Decisões táticas e escalação
Para enfrentar o Cienciano, Franclim optou por iniciar o confronto com Mateo Ponte e Marçal nas laterais, mantendo Vitinho e Alex Telles no banco, justificando a escolha como resposta ao volume de cruzamentos do rival.
Ele também explicou o posicionamento de Danilo e Montoro: Danilo atuou entre o volante e o segundo zagueiro, enquanto Montoro fechava a esquerda, estratégias que não foram suficientes para conter a pressão adversária.
Desafio da partida de volta no Rio
O técnico alertou que o segundo jogo será completamente diferente, mas ressaltou que a situação do Botafogo está muito difícil após o placar de 6 a 1.
Para avançar, o Glorioso precisará vencer por seis gols de diferença; um triunfo por cinco gols levará a decisão aos pênaltis, tornando a partida no Nilton Santos decisiva para a continuação na Sul-Americana.
Fonte consultada: www.gazetaesportiva.com. Consulta em 14/08/2026 às 09h06. Síntese produzida e revisada em duas etapas automatizadas, com base nas evidências citadas.

